A baiana Rachel Reis lança nesta terça-feira (15), às 21h, seu aguardado segundo álbum de estúdio, “Divina Casca”, uma obra que transborda sensibilidade, força e autenticidade. Com 15 faixas inéditas e um remix bônus, o trabalho reafirma a potência de Rachel como uma das artistas mais singulares e promissoras da nova música brasileira.
Misturando samba, reggae, MPB, axé e pitadas de eletropop, Rachel entrega um disco plural e ao mesmo tempo coeso — um reflexo maduro de sua trajetória pessoal e artística. “É um álbum para sentir na pele”, define a cantora. E é justamente essa pele, marcada pelas vivências e pelas reinvenções, que se torna protagonista da narrativa sonora e poética de Divina Casca.
A faixa-título, “Casca”, traduz esse conceito com lirismo e profundidade: “É sobre a casca que me envolve, a que carrego com orgulho. Cada marca é uma memória do que me transformou”, explica. O clipe da canção, dirigido por Aline Lata, estreia simultaneamente no YouTube, reforçando a estética visual e sensorial do projeto.
Com participações especiais de BaianaSystem, Psirico, Don L, Rincon Sapiência e Nêssa, o disco também propõe um diálogo vibrante entre gerações e sonoridades, reforçando a versatilidade e o olhar curador de Rachel. “Fui muito cuidadosa na escolha dos convidados e produtores. Cada música revela uma camada de mim”, conta.
Rachel Reis se destaca por traduzir o contemporâneo com raízes fincadas em sua ancestralidade. Sua voz tem textura, cor e alma. Sua arte é ousada, mas acolhedora. Em Divina Casca, ela transforma cicatrizes em canções e dores em dança — tudo isso com um frescor raro na música brasileira atual.
Com uma estética tropical, futurista e profundamente pessoal, o novo álbum é um convite ao mergulho — na pele, na alma e na música de Rachel Reis. E se depender dela, 2025 já tem trilha sonora garantida.







