A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), em parceria com a Secretaria das Mulheres e Diversidade Humana (Semdh), realiza neste sábado (28) o show de encerramento do Mês das Mulheres, promovido pelo Governo do Estado da Paraíba. A programação acontece na Praça do Povo do Espaço Cultural, a partir das 18h, com entrada gratuita e uma Feirinha Cultural que abre a noite celebrando a produção artística local.

Entre os destaques da noite está a cantora Luedji Luna, que leva ao palco um repertório marcado por amor, espiritualidade e identidade. Com uma sonoridade que transita entre neo soul, jazz, MPB e hip hop, a artista apresenta canções que consolidaram sua trajetória, além de faixas mais recentes, como as do álbum “Um Mar Pra Cada Um”, trabalho que lhe rendeu, em 2025, o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro Portuguesa Brasileira.

A noite também será marcada pela força criativa de PriCler, que sobe ao palco ao lado das Panteronas para apresentar o álbum “Bocaberta”. O trabalho carrega influências de sua trajetória no Festival de Música da Paraíba, onde conquistou, em 2022, os prêmios de 1º lugar e Melhor Intérprete. Em 2025, retornou ao topo do festival com a canção “Deixa eu Cantar Aqui”, que conta com participação especial de Chico César. No palco, rock, poesia e posicionamento político se entrelaçam em uma performance potente e provocadora.
Completando a programação, a DJ Claudinha Summer assume o comando das pick-ups no show de abertura, prometendo uma experiência sonora vibrante. Seu set passeia por gêneros como punk, new wave, pop, brega e rock, criando uma atmosfera diversa e dançante para o público.
Ao longo de todo o mês de março, o Governo da Paraíba intensifica ações voltadas ao público feminino em áreas como saúde, segurança, educação e empregabilidade. No campo cultural, a Funesc promove o festival Matriz, que reúne artistas mulheres em apresentações gratuitas por diversas cidades do estado, reforçando o compromisso com a valorização da arte feminina e da diversidade.
O encerramento, mais do que um espetáculo, se firma como um manifesto coletivo — um convite à escuta, à presença e à celebração das múltiplas vozes que constroem a cultura paraibana.








