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		<title>Rush Cover PB retorna aos palcos com formação original em show na Usina Cultural Energisa</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:42:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história do rock progressivo ganha um capítulo especial em João Pessoa no dia 16 de outubro. A partir das 20h, a Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, recebe a Rush Cover PB, que retorna aos palcos com sua formação original e a volta do guitarrista Zé Filho. O reencontro celebra mais de três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história do rock progressivo ganha um capítulo especial em João Pessoa no dia 16 de outubro. A partir das 20h, a Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, recebe a Rush Cover PB, que retorna aos palcos com sua formação original e a volta do guitarrista Zé Filho. O reencontro celebra mais de três décadas de trajetória, dedicação à música e admiração por uma das bandas mais influentes da história do rock.</p>
<p>Formada em João Pessoa no início dos anos 1990, a Rush Cover PB está entre os tributos mais antigos do Brasil dedicados ao trio canadense Rush, formado por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart. Com o retorno de Zé Filho, a formação original volta a reunir Dinoá, responsável por voz, baixo, teclados e sintetizadores, e Edu Montenegro, na bateria, percussão e efeitos. A apresentação promete uma noite marcada pela nostalgia, pela técnica e pela celebração de um repertório que atravessa gerações.</p>
<p>Interpretar as músicas do Rush exige precisão e profundo conhecimento musical. As mudanças de andamento, os arranjos complexos, as linhas de baixo e guitarra e as múltiplas camadas de teclados e efeitos eletrônicos fazem da obra do grupo canadense um desafio para qualquer instrumentista. Desde sua formação, a Rush Cover PB se dedica a reproduzir essa sonoridade com atenção aos detalhes, construindo uma trajetória singular no cenário musical paraibano.</p>
<p>A relevância do trabalho da banda também chegou ao meio acadêmico. O grupo foi tema da dissertação de mestrado Rush Cover PB: tecnologia MIDI e performance, defendida por José Andrade de Melo Júnior na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A pesquisa analisou o uso de tecnologia MIDI, samplers e outros recursos eletrônicos utilizados pelos músicos para reproduzir ao vivo a complexidade sonora das composições do Rush.</p>
<p>Mais do que um retorno aos palcos, o show representa o reencontro de músicos com uma história construída ao longo de décadas e a oportunidade de compartilhar esse legado com diferentes gerações de fãs. O repertório reúne clássicos do rock progressivo e homenageia a obra de Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart, reafirmando a força e a permanência de uma música que continua conquistando admiradores em todo o mundo.</p>
<h4>SERVIÇO</h4>
<p>Rush Cover PB — Formação Original</p>
<p>Data: 16 de outubro de 2026, sexta-feira<br />
Horário: 20h<br />
Local: Sala Vladimir Carvalho, Usina Cultural Energisa<br />
Cidade: João Pessoa, Paraíba<br />
Informações: <a href="tel:(83)%2099926-1129">(83) 99926-1129</a> (Sylvana Toscano)</p>
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		<title>Focus Cia de Dança apresenta espetáculo inspirado em obra de Hieronymus Bosch em João Pessoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Focus Cia de Dança retorna a João Pessoa com a superprodução “Entre a Pele e a Alma”, espetáculo que une dança contemporânea, música, artes visuais e reflexões sobre a condição humana. As apresentações acontecem nos dias 17 e 18 de outubro, no Teatro Paulo Pontes, com trilha sonora inédita interpretada por Ney Matogrosso. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Focus Cia de Dança retorna a João Pessoa com a superprodução “Entre a Pele e a Alma”, espetáculo que une dança contemporânea, música, artes visuais e reflexões sobre a condição humana. As apresentações acontecem nos dias 17 e 18 de outubro, no Teatro Paulo Pontes, com trilha sonora inédita interpretada por Ney Matogrosso. A montagem tem direção artística e coreografia de Alex Neoral e patrocínio exclusivo da Petrobras, com apresentação do Ministério da Cultura e da Petrobras.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6008" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c4a8d792-224e-487c-9081-35dc7be3a055-778x1024.jpeg" alt="" width="778" height="1024" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c4a8d792-224e-487c-9081-35dc7be3a055-778x1024.jpeg 778w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c4a8d792-224e-487c-9081-35dc7be3a055-228x300.jpeg 228w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c4a8d792-224e-487c-9081-35dc7be3a055-768x1011.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c4a8d792-224e-487c-9081-35dc7be3a055.jpeg 972w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /></p>
<p>Com duração de 75 minutos, o espetáculo toma como referência o tríptico “O Jardim das Delícias Terrenas”, do pintor holandês Hieronymus Bosch, para construir uma narrativa sobre o prazer, os desejos humanos e os sete pecados capitais. A obra original retrata diferentes dimensões da existência, desde a criação do mundo até o hedonismo e a condenação ao fogo eterno. Na interpretação da companhia, essas questões ganham forma por meio de movimentos, cenários monumentais e imagens que exploram os limites entre o sagrado e o profano.</p>
<p>Um dos grandes destaques da montagem é a participação de Ney Matogrosso, que interpreta canções criadas especialmente para o espetáculo pelos compositores Paula Raia e Sacha Amback. Esta é a primeira vez que o artista interpreta músicas para uma obra de dança contemporânea. Parte desse trabalho musical também chegou ao público por meio do EP “Pássaro Branco”, lançado nas plataformas digitais. Para Alex Neoral, a presença simbólica de Ney atravessa a concepção artística da obra. “Na interpretação artística, Deus surge nos trejeitos e até figurinos inspirados em Ney Matogrosso. Ele é o nosso Deus por tudo o que simboliza”, explica o coreógrafo.</p>
<p>A produção também se destaca pela dimensão visual. O cenário, concebido por Natalia Lana, funciona como uma grande instalação cênica e passa por três grandes transformações ao longo da apresentação. Uma das estruturas utiliza 1.540 metros de malha e cerca de 300 nós posicionados em diferentes alturas, com planejamento desenvolvido em 3D. A experiência é complementada pelo desenho de luz de Anderson Ratto, pelo visagismo de Fernando Torquatto e pelos figurinos de João Pimenta, que contribuem para a construção de atmosferas e personagens.</p>
<p>Ao longo da coreografia, os bailarinos protagonizam números de solo e performances aéreas, além de sequências que remetem ao Carnaval e à celebração da vida. A montagem também apresenta momentos de nudez parcial como parte de sua investigação artística sobre o corpo, a liberdade e a natureza humana. “É lindo admirar o corpo íntegro e pleno dos bailarinos ao longo da coreografia, ora sem figurinos, porque é parte da natureza do que nós somos e de extrema beleza”, afirma Ney Matogrosso.</p>
<p>Estreado em 2024, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, “Entre a Pele e a Alma” integra o repertório de uma companhia que acumula reconhecimento de público e crítica. Com 27 obras e 17 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança já se apresentou em mais de 100 cidades brasileiras e realizou turnês por países como China, Argentina, Colômbia, México, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França e Alemanha.</p>
<p>A trajetória internacional também marca a atual fase do grupo, que passou por cidades portuguesas e províncias argentinas, além de representar o Brasil no Living Dance Festival, na China. Recentemente, a companhia foi declarada Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e recebeu o Prêmio Heloneida Studart, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). As homenagens se somam à Comenda da Ordem do Mérito Cultural, concedida pelo Ministério da Cultura.</p>
<p>Para Alex Neoral, a circulação nacional e internacional reforça o compromisso da companhia com a qualidade artística e o intercâmbio cultural. “Todos os nossos movimentos, literalmente, se consolidam através do rigor, criatividade e conexões por todo o mundo e por todo o Brasil. Da mesma forma que conquistamos as plateias em Pequim e outras cidades chinesas, nos sentimos honrados de ter dançado em todas as capitais brasileiras”, afirma.</p>
<p>A gestora e diretora de produção Tatiana Garcias, que fundou a companhia ao lado de Neoral, também destaca a importância do patrocínio da Petrobras para a realização da montagem. Segundo ela, o investimento contribui diretamente para o nível artístico apresentado em cena e para a consolidação da Focus Cia de Dança no cenário da dança contemporânea brasileira.</p>
<h5>Serviço</h5>
<p>Espetáculo: Entre a Pele e a Alma<br />
Companhia: Focus Cia de Dança<br />
Direção artística e coreografia: Alex Neoral<br />
Datas e horários: 17 de outubro (sábado), às 17h; e 18 de outubro (domingo), às 18h<br />
Local: Teatro Paulo Pontes<br />
Endereço: Rua Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho, João Pessoa (PB)<br />
Ingressos: R$ 15 a R$ 60<br />
Duração: 75 minutos<br />
Classificação etária: 14 anos</p>
<p>Ingressos: <a href="https://ingressodigital.com/evento/21705,21706/entre-a-pele-e-a-alma#">https://ingressodigital.com/evento/21705,21706/entre-a-pele-e-a-alma#</a></p>
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		<title>Paraibanos estão no line-up do Lollapalooza Brasil 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 14:36:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A música paraibana conquistará espaço em um dos maiores palcos da música mundial em 2027. Zepelim e o Sopro do Cão, Seu Pereira e Coletivo 401 e Luana Flores estão entre as atrações confirmadas no Lollapalooza Brasil 2027, que será realizado nos dias 19, 20 e 21 de março, no Autódromo de Interlagos, em São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A música paraibana conquistará espaço em um dos maiores palcos da música mundial em 2027. Zepelim e o Sopro do Cão, Seu Pereira e Coletivo 401 e Luana Flores estão entre as atrações confirmadas no Lollapalooza Brasil 2027, que será realizado nos dias 19, 20 e 21 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O anúncio, feito nesta quinta-feira (8), celebra a diversidade da produção musical brasileira e evidencia a presença de artistas da Paraíba em uma programação que reúne diferentes sonoridades, gerações e expressões artísticas.</p>
<figure id="attachment_6001" aria-describedby="caption-attachment-6001" style="width: 789px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-6001" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4865-789x1024.jpeg" alt="" width="789" height="1024" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4865-789x1024.jpeg 789w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4865-231x300.jpeg 231w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4865-768x997.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4865-1184x1536.jpeg 1184w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4865.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" /><figcaption id="caption-attachment-6001" class="wp-caption-text">Screenshot</figcaption></figure>
<p>A participação dos três nomes paraibanos representa um importante reconhecimento da pluralidade musical produzida no estado. Conhecida por sua riqueza cultural, a Paraíba tem construído uma trajetória marcada pela mistura de ritmos, pela experimentação e pela capacidade de dialogar com diferentes tradições musicais. Da música alternativa às sonoridades que atravessam a cultura popular nordestina, os artistas paraibanos levam ao festival diferentes perspectivas de criação, reafirmando a vitalidade de uma cena que ultrapassa fronteiras geográficas e conquista novos espaços no circuito nacional.</p>
<p>Entre os representantes do estado está Zepelim e o Sopro do Cão, nome que integra a nova geração da música paraibana e amplia a presença da produção independente em grandes eventos. A confirmação no Lollapalooza coloca o trabalho do grupo diante de um público diverso, formado por pessoas interessadas em descobrir novas sonoridades e acompanhar artistas que movimentam a cena contemporânea brasileira.</p>
<p>Outro destaque é Seu Pereira e Coletivo 401, que carrega em sua trajetória a identidade musical construída na Paraíba e o diálogo com diferentes referências sonoras. A presença do grupo no festival representa mais uma oportunidade de apresentar sua produção a espectadores de diferentes regiões do país, fortalecendo a circulação da música paraibana em espaços de grande visibilidade. A participação também evidencia a importância dos artistas que constroem suas carreiras a partir de cenas locais e ampliam gradualmente seu alcance.</p>
<p>A cantora, compositora e artista Luana Flores também está entre os nomes paraibanos anunciados para a edição de 2027. Com uma pesquisa musical que dialoga com ritmos brasileiros, cultura popular, experimentação eletrônica e referências da ancestralidade nordestina, a artista desenvolve um trabalho que aproxima tradição e contemporaneidade. Sua presença no line-up reforça a diversidade estética da música produzida na Paraíba e a contribuição de mulheres artistas para a renovação da cena musical brasileira.</p>
<p>A presença dos três representantes paraibanos ganha ainda mais relevância quando observada no contexto de um festival que reúne artistas de diferentes países e gêneros musicais. Além de ampliar a visibilidade individual dos músicos, a participação contribui para colocar a produção cultural da Paraíba em evidência, demonstrando que a música feita no Nordeste ocupa um lugar importante na construção do panorama musical brasileiro.</p>
<h4>Charli XCX, Travis Scott, The Killers e David Guetta estão entre os headliners</h4>
<p>O Lollapalooza Brasil 2027 também anunciou uma programação internacional de destaque. Entre os headliners estão Charli XCX, Travis Scott, The Killers e David Guetta, artistas que transitam por diferentes vertentes da música pop, do rap, do rock e da música eletrônica. A seleção reforça a proposta do festival de reunir nomes consagrados e artistas que movimentam as tendências da indústria musical.</p>
<p>O line-up conta ainda com Queens of the Stone Age, The Neighbourhood, Fontaines D.C., The Prodigy, Sombr e Mochakk. A diversidade de atrações contempla públicos com diferentes preferências musicais, passando pelo rock alternativo, indie, música eletrônica, pop e hip-hop. Ao todo, 16 artistas farão sua estreia no Brasil, ampliando as possibilidades de encontros entre o público brasileiro e nomes da cena internacional.</p>
<p>Em 2027, o festival chega a uma marca simbólica: são 15 anos de Lollapalooza no Brasil. Ao longo desse período, o evento se consolidou como um dos principais encontros musicais do calendário nacional, reunindo grandes artistas internacionais, representantes da música brasileira e nomes em ascensão. A próxima edição promete manter essa diversidade e abrir espaço para novas experiências sonoras.</p>
<p>Para a Paraíba, a confirmação de Zepelim e o Sopro do Cão, Seu Pereira e Coletivo 401 e Luana Flores representa um momento de celebração para a cultura do estado. A presença dos artistas em um festival dessa dimensão fortalece a visibilidade da produção independente e reafirma a capacidade da música paraibana de dialogar com diferentes públicos. Em meio a grandes estrelas internacionais, os paraibanos também terão a oportunidade de mostrar a riqueza criativa de uma cena que segue produzindo, experimentando e conquistando novos territórios.</p>
<p>O Lollapalooza Brasil 2027 acontece nos dias 19, 20 e 21 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.</p>
<p>O post <a href="https://papopopcast.com.br/2026/10/09/zepelim-e-o-sopro-cao/">Paraibanos estão no line-up do Lollapalooza Brasil 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://papopopcast.com.br">Papo Pop</a>.</p>
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		<title>BaianaSystem desembarca no Festival MADA 2026 para levar sua alquimia sonora a Natal</title>
		<link>https://papopopcast.com.br/2026/10/07/baianasystem-desembarca-no-festival-mada-2026-para-levar-sua-alquimia-sonora-a-natal/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 19:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O BaianaSystem é uma dessas raras forças da música brasileira que não se limitam a ocupar um palco: constroem, ao redor dele, uma experiência coletiva. E é justamente essa potência que o público poderá vivenciar no Festival MADA 2026, em Natal, nos dias 16 e 17 de outubro, na Arena das Dunas. Nascido em Salvador, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://papopopcast.com.br/2026/10/07/baianasystem-desembarca-no-festival-mada-2026-para-levar-sua-alquimia-sonora-a-natal/">BaianaSystem desembarca no Festival MADA 2026 para levar sua alquimia sonora a Natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://papopopcast.com.br">Papo Pop</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span class="s2">O BaianaSystem</span><span class="s1"> é uma dessas raras forças da música brasileira que não se limitam a ocupar um palco: constroem, ao redor dele, uma experiência coletiva. E é justamente essa potência que o público poderá vivenciar no </span><span class="s2">Festival MADA 2026</span><span class="s1">, em Natal, nos dias </span><span class="s2">16 e 17 de outubro</span><span class="s1">, na Arena das Dunas.</span></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Festival MADA 2026" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/6zKbPbXtJq4v17OQHN2AvL?si=dKIaXqgTRJ-mpcJ0yMXIeA&amp;utm_source=oembed&amp;pi=TCa3atX-QfKvG"></iframe></p>
<p><span class="s1">Nascido em Salvador, na Bahia, em 2009, o grupo surgiu a partir da pesquisa do guitarrista </span><span class="s2">Robertinho Barreto</span><span class="s1">, que encontrou no </span><span class="s3">guitar</span><span class="s1"> baiano, instrumento tradicionalmente associado aos trios elétricos, um ponto de partida para experimentar novas possibilidades sonoras. A partir dessa linguagem, o BaianaSystem passou a entrelaçar guitarras, percussões, dub, reggae, samba-reggae, ritmos afro-brasileiros, música eletrônica e referências da cultura popular.</span></p>
<figure id="attachment_5995" aria-describedby="caption-attachment-5995" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-5995" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4802-922x1024.jpeg" alt="" width="800" height="889" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4802-922x1024.jpeg 922w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4802-270x300.jpeg 270w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4802-768x853.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4802.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-5995" class="wp-caption-text">Screenshot</figcaption></figure>
<p class="p1"><span class="s1">Mais do que uma banda, o BaianaSystem consolidou-se como uma espécie de organismo musical em permanente movimento. Sua sonoridade dialoga com a rua, com o Carnaval de Salvador e com a tradição dos blocos afro, mas também absorve elementos da música urbana contemporânea, criando uma identidade que se tornou imediatamente reconhecível.</span></p>
<h4 class="p1"><span class="s2">Da guitarra baiana para o mundo</span></h4>
<p class="p1"><span class="s1">Ao longo de sua trajetória, o grupo ganhou notoriedade justamente por não aceitar fronteiras rígidas entre gêneros musicais. A guitarra baiana, reinventada em suas mãos, passou a conversar com beats eletrônicos e com uma poderosa arquitetura percussiva, enquanto as vozes e participações de diferentes artistas ampliaram ainda mais o alcance de suas canções.</span></p>
<figure id="attachment_5996" aria-describedby="caption-attachment-5996" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-5996" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4803-1024x701.jpeg" alt="" width="800" height="548" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4803-1024x701.jpeg 1024w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4803-300x205.jpeg 300w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4803-768x525.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_4803.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-5996" class="wp-caption-text">Screenshot</figcaption></figure>
<p class="p1"><span class="s1">O encontro com </span><span class="s2">Russo Passapusso</span><span class="s1">, um dos principais vocalistas e compositores associados ao grupo, foi fundamental para a construção dessa identidade. Com performances marcadas pela energia, pela poesia e pela relação direta com o público, o BaianaSystem transformou seus shows em verdadeiros rituais coletivos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Essa característica ganhou uma dimensão ainda maior com trabalhos como </span><span class="s2">“Duas Cidades”</span><span class="s1">, álbum lançado em 2016 e considerado um marco na trajetória da banda. O disco trouxe canções que se tornaram emblemáticas, entre elas </span><span class="s2">“Playsom”</span><span class="s1">, e ajudou a projetar o grupo para além da Bahia.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A obra também evidenciou uma característica que acompanha o BaianaSystem desde sua origem: a capacidade de transformar questões sociais, políticas e culturais em matéria-prima para a música, sem abrir mão da celebração, da dança e da experiência sensorial.</span></p>
<h4 class="p1"><span class="s2">Uma música que nasce da mistura</span></h4>
<p class="p1"><span class="s1">O universo do BaianaSystem é essencialmente brasileiro, mas não se fecha em uma única tradição. Há Bahia, África, Caribe, Jamaica, música eletrônica, rock, hip-hop e toda uma cartografia de sons que se encontram e se reinventam.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Essa mistura também explica a força do grupo em apresentações ao vivo. A banda construiu uma reputação de transformar grandes festivais em espaços de comunhão, fazendo do público parte ativa da apresentação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Em diferentes momentos de sua história, o grupo também estabeleceu parcerias com nomes importantes da música brasileira e internacional, reforçando sua vocação para o diálogo e para a experimentação.</span></p>
<h4 class="p1"><span class="s2">BaianaSystem no MADA 2026</span></h4>
<p class="p1"><span class="s1">A presença do BaianaSystem no </span><span class="s2">Festival MADA 2026</span><span class="s1"> reforça a dimensão nacional e plural da programação desta edição. O encontro entre a sonoridade baiana do grupo e a atmosfera do festival potiguar promete uma apresentação marcada por guitarras, percussão, dança e uma multidão conectada pela música.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Em sua </span><span class="s2">28ª edição</span><span class="s1">, o MADA reafirma sua vocação de reunir diferentes gerações, linguagens e territórios da música brasileira contemporânea. A participação do BaianaSystem acrescenta ao festival uma das experiências mais pulsantes da música nacional atual.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nos dias </span><span class="s2">16 e 17 de outubro</span><span class="s1">, a </span><span class="s2">Arena das Dunas, em Natal</span><span class="s1">, será novamente transformada em território de encontro. E, quando o BaianaSystem subir ao palco, a Bahia chegará ao Rio Grande do Norte carregando consigo uma música que nasceu da mistura, cresceu nas ruas e encontrou no corpo coletivo do público a sua forma mais potente de existir.</span></p>
<p>Ingressos: https://shotgun.live/pt-br/festivals/festivalmada?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Val Donato lança audiovisual gravado na varanda do Hotel Globo para celebrar 20 anos de carreira</title>
		<link>https://papopopcast.com.br/2026/10/07/val-donato-lanca-audiovisual-gravado-na-varanda-do-hotel-globo-para-celebrar-20-anos-de-carreira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 18:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A música de Val Donato encontra o seu chão. No dia 9 de outubro, a cantora e compositora campinense lança o audiovisual “Val Donato – Matriz no Hotel Globo”, registro que celebra duas décadas de carreira a partir de um encontro simbólico entre música, memória e território. Gravado na varanda do histórico Hotel Globo, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A música de Val Donato encontra o seu chão. No dia 9 de outubro, a cantora e compositora campinense lança o audiovisual “Val Donato – Matriz no Hotel Globo”, registro que celebra duas décadas de carreira a partir de um encontro simbólico entre música, memória e território. Gravado na varanda do histórico Hotel Globo, no Centro Histórico de João Pessoa, o projeto tem o Rio Sanhauá como testemunha e paisagem, estabelecendo um diálogo direto entre a obra da artista e a terra que atravessa sua criação.</p>
<p>Com 15 canções, o audiovisual chega ao público pelo canal da artista no YouTube e reúne participações de Seu Pereira, Sandra Belê, Juzé, Toni Silva, Giordano Frag, Walter Villaça e Fernando Nunes, nomes que, de diferentes maneiras, fazem parte da trajetória musical de Val.</p>
<p>A gravação aconteceu em 8 de setembro e nasceu de uma proposta tão delicada quanto ousada: levar uma estrutura completa de captação de som, iluminação e filmagem para a varanda do Hotel Globo, diante do Sanhauá. Segundo Val, até onde tem conhecimento, o espaço nunca havia recebido uma produção audiovisual com esse formato.</p>
<p>Mais do que um cenário, o local se transforma em parte da narrativa. O rio que se estende ao fundo da gravação remete ao território onde a cidade de João Pessoa nasceu e estabelece uma conexão quase orgânica com o conceito de “Matriz”, álbum lançado por Val em novembro de 2024 pela YB Music.</p>
<p>Produzido em parceria com Giordano Frag e Rafael Chaves, o disco representa uma espécie de retorno às origens. Há, de um lado, uma busca pelas raízes culturais, perceptível nos ritmos, timbres e instrumentos que compõem as canções. De outro, existe uma dimensão mais existencial, marcada pela contemplação da natureza e por perguntas sobre identidade, pertencimento e o próprio sentido de estar no mundo.</p>
<p>Ao levar “Matriz” para as margens do Sanhauá, Val amplia esse conceito e o inscreve fisicamente no território. O registro transforma o marco simbólico das origens da Paraíba em extensão de sua própria história artística.</p>
<p>“Poder fazer meu som destacando o ‘meu chão’ é um privilégio! A gravação marca esses primeiros 20 anos de carreira de maneira belíssima e me inspira para continuar por muitas décadas ainda. E para isso, estar ao lado de pessoas que amo e admiro pelo talento é fundamental e indispensável”, afirma Val Donato.</p>
<h4>Duas décadas de música reunidas em 15 canções</h4>
<p>Das dez faixas que integram o álbum “Matriz”, oito aparecem no audiovisual. O repertório, no entanto, ultrapassa os limites do disco mais recente e percorre diferentes capítulos da carreira de Val Donato.</p>
<p>Entre as escolhas estão “Café Amargo”, faixa que dá nome ao primeiro álbum da artista; “Para Mim, Você”, que ganhou videoclipe em 2011; e os singles “Uno” e “Abissal”, lançados respectivamente em 2016 e 2020.</p>
<p>O encontro com outros artistas também funciona como uma espécie de álbum afetivo dessas duas décadas. Seu Pereira divide os vocais com Val em “Donos do Mundo”, parceria dos dois. Sandra Belê participa de “Força Vital”, enquanto Toni Silva aparece em “Pra Que Você Goste”. Já Juzé participa de “Estrelas”, composição de sua autoria.</p>
<p>Presença fundamental na construção sonora de Val, Giordano Frag, guitarrista e produtor musical dos dois discos da artista, participa de “O Infinito” e da faixa-título “Matriz”.</p>
<p>O audiovisual também recupera parcerias com dois músicos de destaque na música brasileira. O guitarrista Walter Villaça, que integra a trajetória musical de Nando Reis e já trabalhou com Cássia Eller, retorna à canção “A Onda”. Já o baixista Fernando Nunes, conhecido por trabalhos com artistas como Cássia Eller, Zeca Baleiro e Chico Chico, além de sua atuação na banda do programa Altas Horas, participa novamente de “Viver pra Duvidar”.</p>
<h4>Um palco entre cidade, rio e memória</h4>
<p>Para acompanhar Val nesse encontro entre passado e presente, a formação musical reúne Rafael Chaves e Nido Fernandes, nos violões e guitarras; Júnior Blaw, no baixo; e Filipe Soares, na bateria.</p>
<p>A realização audiovisual é da Mills Audiovisual, responsável pela captação e edição, com mixagem e masterização de André Victor Leite. A cenografia é assinada por Marcela Falcão, enquanto a iluminação ficou sob responsabilidade de Henrique D’Castro. A produção executiva é de Thais Constantino.</p>
<p>O registro também incorpora recursos de acessibilidade, com interpretação em Libras de Augusto Soares, ampliando o alcance da obra e reafirmando a música como território de encontro.</p>
<p>Com “Matriz no Hotel Globo”, Val Donato não apenas revisita canções que marcaram sua caminhada. Ao escolher um dos espaços mais emblemáticos do Centro Histórico de João Pessoa como palco, a artista constrói uma celebração de 20 anos em que memória pessoal e memória coletiva se encontram diante do Sanhauá.</p>
<p>É como se a trajetória iniciada há duas décadas encontrasse, agora, um lugar para contemplar o caminho percorrido e, ao mesmo tempo, mirar o que ainda está por vir.</p>
<h4>Serviço</h4>
<p>Lançamento do audiovisual “Val Donato – Matriz no Hotel Globo”<br />
Data: 9 de outubro de 2026<br />
Onde: Canal de Val Donato no YouTube</p>
<p>Repertório</p>
<p>“Voa” • “Pra Que Você Goste” feat. Toni Silva • “Força Vital” feat. Sandra Belê • “A Onda” feat. Walter Villaça • “Foice do Tempo” • “Para Mim, Você” • “O Infinito” feat. Giordano Frag • “Matriz” feat. Giordano Frag • “Donos do Mundo” feat. Seu Pereira • “Viver pra Duvidar” feat. Fernando Nunes • “Estrelas” feat. Juzé • “Abissal” • “Uno” • “Somente Sou” • “Café Amargo”.</p>
<p>Patrocínio: School of Rock e Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.</p>
<p>Apoio: Prefeitura Municipal de João Pessoa, Funjope, Film Commission, Verdegreen Hotel, Vila do Porto, Apoteose Eventos, Fás Alfaiataria, Autêntica Pizzaria, Gostinho de Amor e Sinalize – Eventos e Cursos.</p>
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		<title>LUCKE transforma o Halloween em portal para universo sombrio em novo EP audiovisual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 00:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolhido como cenário simbólico para uma das experiências mais singulares de sua trajetória, o Halloween será o ponto de partida para o novo universo artístico de LUCKE. O artista apresenta um EP audiovisual concebido como uma curta-metragem de terror dividida em quatro capítulos, reunindo as faixas “Vilão”, “Vampiro”, “Máquina do Tempo” e “Egoísta”. Mais do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolhido como cenário simbólico para uma das experiências mais singulares de sua trajetória, o Halloween será o ponto de partida para o novo universo artístico de LUCKE. O artista apresenta um EP audiovisual concebido como uma curta-metragem de terror dividida em quatro capítulos, reunindo as faixas “Vilão”, “Vampiro”, “Máquina do Tempo” e “Egoísta”. Mais do que uma sequência de lançamentos, o trabalho propõe uma narrativa contínua, na qual música e imagem se entrelaçam para conduzir o público por uma atmosfera marcada por suspense, memória, fantasia sombria e ficção científica.</p>
<p><a href="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/10/685cc95d-6d43-4a54-9bd8-58a6c37f1755.mov">Recado do LUCKE </a></p>
<p>A trama nasce quando LUCKE retorna a fragmentos de sua infância e começa a perceber que sua própria história pode guardar acontecimentos muito mais antigos do que imaginava. A partir desse encontro com o passado, o personagem atravessa diferentes épocas e situações, enquanto tenta compreender as forças que conduzem aquele universo e, sobretudo, qual é o seu lugar dentro dele. Em meio às rupturas temporais e aos estranhamentos que atravessam a narrativa, Beck, seu cachorro, permanece como uma das poucas presenças constantes, acompanhando o protagonista mesmo quando as fronteiras entre tempo, memória e realidade começam a se dissolver.</p>
<p>Cada música funciona como um capítulo independente, com identidade estética própria, mas todas convergem para uma mesma inquietação: quem é, afinal, o verdadeiro vilão dessa história? A escolha do Halloween não surge por acaso. Para Lucas, criador do projeto LUCKE, a data representa justamente a possibilidade de revelar versões de si que normalmente permanecem escondidas. “Halloween é minha época preferida porque é um dia em que podemos liberar nossos demônios. Todo ano eu me caracterizo de alguma coisa relacionada à forma como me enxerguei naquele período. Esse ano, meu personagem sou eu mesmo. Uma versão que nunca coloquei tanto a público. O vilão”, explica.</p>
<p>O projeto também se conecta ao @highus.ag, iniciativa desenvolvida por Lucas para aproximar marketing, estratégia, criatividade, produção cinematográfica e inteligência artificial. A proposta parte de uma compreensão da tecnologia como ferramenta de construção de universos, e não apenas como mecanismo para geração de conteúdo. Nesse sentido, o EP representa uma espécie de primeiro exercício de uma visão mais ampla, capaz de transformar ferramentas contemporâneas em narrativas, propriedade intelectual, campanhas e experiências de marca.</p>
<p>“Vilão” chega oficialmente às plataformas de streaming no dia 30 de outubro, às vésperas do Halloween. Ao longo do mês, LUCKE também irá revelar snippets das músicas em seu perfil no Instagram, antecipando fragmentos desse universo sombrio e preparando o público para uma história na qual música, cinema e imaginação caminham lado a lado.</p>
<p><a href="https://onerpm.link/112134116106">Clique aqui e faça o pré-save!</a></p>
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		<title>Faltam 30 dias: Corre, Bebe, Repete prepara experiência urbana de Halloween em João Pessoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faltam 30 dias para a segunda edição do Corre, Bebe, Repete, experiência urbana que promete movimentar João Pessoa no dia 31 de outubro com uma programação especial de Halloween. Com aproximadamente 5 km de percurso, a proposta vai além da corrida tradicional, reunindo atividade física, encontros, gastronomia e entretenimento em um circuito com paradas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam 30 dias para a segunda edição do Corre, Bebe, Repete, experiência urbana que promete movimentar João Pessoa no dia 31 de outubro com uma programação especial de Halloween. Com aproximadamente 5 km de percurso, a proposta vai além da corrida tradicional, reunindo atividade física, encontros, gastronomia e entretenimento em um circuito com paradas em estabelecimentos parceiros. As inscrições já estão nas últimas vagas, e a largada e a chegada acontecem novamente no Rancho Goiano, nos Bancários.</p>
<p>O percurso passa pelo entorno do Parque das Três Ruas e contará com paradas programadas ao longo do trajeto. Entre os parceiros confirmados está o Sertão e Brasa, que integra a experiência desta segunda edição. A iniciativa mantém a proposta apresentada na estreia: transformar os quilômetros percorridos em uma experiência coletiva, com corrida, confraternização e muita resenha. Para completar o clima, os participantes são convidados a entrar no universo do Halloween, com uma atmosfera descontraída e diferente das tradicionais provas esportivas.</p>
<p>As inscrições estão nas últimas vagas e podem ser realizadas pela plataforma oficial do evento. A segunda edição do Corre, Bebe, Repete – Edição Halloween acontece no dia 31 de outubro, no Parque das Três Ruas, nos Bancários, com percurso de aproximadamente 5 km e largada e chegada no Rancho Goiano. A realização conta com o apoio de Danielle Santos – Executiva Empresarial, JP Agenda, Nahuan Medeiros Contador, Indústria Philipeia, Farmácia Roval, Gráfica He, Busca Brisa, Sertão e Brasa, Rancho Goiano e Valdemir Martins Advocacia.</p>
<h4>Serviço</h4>
<p>Corre, Bebe, Repete – Edição Halloween<br />
31 de outubro<br />
Parque das Três Ruas – Bancários, João Pessoa<br />
Percurso: aproximadamente 5 km<br />
Largada e chegada: Rancho Goiano<br />
Tema: Halloween<br />
Inscrições: <a href="https://uticket.com.br/evento/corre-bebe-repete/01M6L202AJTBAE?utm_source=chatgpt.com">Uticket – Corre, Bebe, Repete</a>⁠</p>
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		<title>Na reta final, Lídia Moura recebe apoio de Sueli Carneiro e agradece militância que construiu campanha</title>
		<link>https://papopopcast.com.br/2026/10/01/na-reta-final-lidia-moura-recebe-apoio-de-sueli-carneiro-e-agradece-militancia-que-construiu-campanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 14:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na reta final da campanha para deputada federal, Lídia Moura recebeu o apoio de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e uma das fundadoras do Geledés – Instituto da Mulher Negra, organização criada em 1988 e reconhecida pela atuação na defesa dos direitos das mulheres e da população negra no Brasil. Atualmente, Sueli integra a coordenação do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na reta final da campanha para deputada federal, Lídia Moura recebeu o apoio de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e uma das fundadoras do Geledés – Instituto da Mulher Negra, organização criada em 1988 e reconhecida pela atuação na defesa dos direitos das mulheres e da população negra no Brasil. Atualmente, Sueli integra a coordenação do instituto na área de Memória e Reparação. Em sua manifestação, ela destacou a trajetória de Lídia na promoção da igualdade racial na Paraíba e citou iniciativas desenvolvidas durante sua atuação na Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, como o Centro Estadual de Referência da Igualdade Racial João Balula, o Plano Estadual de Promoção da Igualdade Racial e ações de formação e orientação para o enfrentamento ao racismo. “Quero manifestar meu apoio a Lídia Moura, candidata a deputada federal pela Paraíba. Lídia tem uma trajetória marcada pelo compromisso com o enfrentamento ao racismo e com a promoção da igualdade racial”, afirmou Sueli.</p>
<p>Ao agradecer a manifestação de apoio, Lídia ressaltou que sua campanha foi construída de forma coletiva, com a participação de diferentes segmentos da sociedade paraibana. A candidata destacou a presença da militância, de mulheres, da população negra, da comunidade LGBTQIAPNb+, de pessoas com deficiência, juventudes, movimentos sociais e apoiadores que participaram de agendas, encontros, plenárias e mobilizações em diferentes regiões do estado. “Essa caminhada nunca foi de uma pessoa só. Foi construída pela militância, pelas mulheres, pela população negra, pela comunidade LGBTQIAPNb+, pelas pessoas com deficiência, pelas juventudes, pelos movimentos e por tanta gente que abriu a porta de casa, reuniu amigos, caminhou conosco e acreditou nessa construção. Meu sentimento nesta reta final é de gratidão”, declarou.</p>
<h4>Encontro reúne diversidade da campanha nesta sexta-feira</h4>
<p>A reta final da campanha também será marcada por um encontro com Lídia Moura nesta sexta-feira (2), às 16h, no Largo de Frei São Pedro Gonçalves, nas imediações do Hotel Globo, no Centro Histórico de João Pessoa. O ato deve reunir mulheres, população LGBTQIAPNb+, população negra, povos de terreiro, comunidades quilombolas, povos indígenas e ciganos, pessoas com deficiência, juventudes, militantes e apoiadores que participaram da campanha. “Quero encontrar quem esteve conosco durante toda essa caminhada. Será um momento de abraço, de agradecimento e de celebração de uma campanha construída com muita gente e com toda a diversidade que a Paraíba representa”, afirmou a candidata. O encontro integra as últimas mobilizações da candidatura antes da votação e encerra um ciclo de agendas realizadas em diferentes regiões da Paraíba.</p>
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		<title>Filosofino lança “Casa” e anuncia “Quilombo Groove”, álbum que transforma afeto, identidade negra e aquilombamento em música</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 20:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A música preta paraibana ganha um novo capítulo com o lançamento de “Casa”, primeiro single de Quilombo Groove, novo álbum do artista independente pessoense Filosofino. A faixa chega ao público nesta quinta-feira (1º) e funciona como uma espécie de porta de entrada para o universo conceitual de um disco que será lançado em novembro e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A música preta paraibana ganha um novo capítulo com o lançamento de “Casa”, primeiro single de Quilombo Groove, novo álbum do artista independente pessoense Filosofino. A faixa chega ao público nesta quinta-feira (1º) e funciona como uma espécie de porta de entrada para o universo conceitual de um disco que será lançado em novembro e que articula RAP, ragga, soul, jazz, cultura popular e oralidade afro-nordestina. Mais do que apresentar novas canções, Filosofino propõe uma experiência de escuta atravessada por identidade, afeto, pertencimento e pela necessidade de construir espaços coletivos de proteção e existência.</p>
<figure id="attachment_5955" aria-describedby="caption-attachment-5955" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-5955" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_4302-975x1024.jpeg" alt="" width="800" height="840" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_4302-975x1024.jpeg 975w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_4302-286x300.jpeg 286w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_4302-768x806.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_4302.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-5955" class="wp-caption-text">Screenshot</figcaption></figure>
<p>O conceito de “Casa” nasce de uma compreensão ampliada da palavra. Para Filosofino, casa não se restringe a uma construção física, mas representa o lugar onde um indivíduo se reconhece, se sente acolhido e encontra condições para se nutrir, preservar e reconstruir. A ideia também aparece como uma extensão do próprio corpo. É a partir dessa perspectiva que a música questiona a maneira como construímos relações afetivas e, sobretudo, o quanto somos capazes de ocupar em nós mesmos o lugar de segurança que tantas vezes procuramos no outro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-5956" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4817b604-bc21-4161-8401-cf2051b5f121-1024x1024.jpeg" alt="" width="800" height="800" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4817b604-bc21-4161-8401-cf2051b5f121-1024x1024.jpeg 1024w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4817b604-bc21-4161-8401-cf2051b5f121-300x300.jpeg 300w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4817b604-bc21-4161-8401-cf2051b5f121-150x150.jpeg 150w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4817b604-bc21-4161-8401-cf2051b5f121-768x768.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4817b604-bc21-4161-8401-cf2051b5f121.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>A faixa também estabelece uma conexão direta com o conceito de aquilombamento que atravessa Quilombo Groove. Se “Casa” começa pelo indivíduo, o álbum amplia esse movimento em direção ao coletivo. O que inicialmente é abrigo pessoal pode se transformar em espaço compartilhado, território de encontro e construção conjunta. “É o que tento trazer na construção das letras desse disco. Algo que vai de dentro pra fora. Do intelecto pra ação. Do individual para o coletivo”, explica Filosofino.</p>
<p>O novo trabalho surge, portanto, de uma compreensão do amor que não se limita à dimensão romântica. O artista investiga o afeto entre pessoas negras como possibilidade de criação de vínculos, segurança e resistência. Em sua perspectiva, existe uma cobrança social para que o indivíduo aprenda primeiro a se amar sozinho, mas essa construção nem sempre considera as condições concretas de quem cresceu atravessado por inseguranças, violências e tensões. Para Filosofino, encontrar no outro um espaço de confiança também pode ser uma forma de cuidado e resistência.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-5958" src="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1c6fbd0c-8e45-4224-a63e-5216962353c2-1024x731.jpeg" alt="" width="800" height="571" srcset="https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1c6fbd0c-8e45-4224-a63e-5216962353c2-1024x731.jpeg 1024w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1c6fbd0c-8e45-4224-a63e-5216962353c2-300x214.jpeg 300w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1c6fbd0c-8e45-4224-a63e-5216962353c2-768x548.jpeg 768w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1c6fbd0c-8e45-4224-a63e-5216962353c2-1536x1096.jpeg 1536w, https://papopopcast.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1c6fbd0c-8e45-4224-a63e-5216962353c2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>“Casa” tem composição e voz de Filosofino, produção fonográfica de Zebb e masterização de Guirraiz. A faixa conta ainda com a participação de Ivo Limeira na guitarra e Tarcisio em Chamas no trompete, ampliando a textura instrumental do single e reforçando a proposta de encontro entre diferentes referências musicais. A canção inaugura uma sequência que culminará no lançamento de Quilombo Groove, previsto para novembro.</p>
<h3>Entre poesia, RAP e cultura afro-nordestina</h3>
<p>Filosofino é músico preto, tatuador e poeta, natural de João Pessoa. Sua trajetória artística foi construída em diferentes espaços da cultura urbana, passando pelas batalhas de poesia, palcos e SoundSystems. Ao longo da carreira, lançou mais de 20 faixas, sendo duas delas premiadas em festivais de música.</p>
<p>Sua identidade artística é construída a partir da combinação entre diferentes linguagens. O RAP permanece como eixo central, mas dialoga com o ragga, o soul, o jazz e a oralidade afro-nordestina. São referências que não aparecem apenas como elementos estéticos, mas como parte de uma pesquisa pessoal sobre pertencimento, ancestralidade e as possibilidades de narrar a própria existência.</p>
<p>Em Quilombo Groove, essa trajetória encontra um novo estágio. O artista explica que cada trabalho representa um recorte de determinado momento de sua vida e que a criação musical acontece, sobretudo, a partir dos encontros. O álbum nasce justamente da aproximação entre sua escrita e a produção musical de Zebb, além das contribuições de outros artistas e amigos que atravessam sua caminhada.</p>
<blockquote><p>“Acho que a maturação é tanto musical quanto pessoal. Acho que é sempre sobre ter algo a mais a dizer e cantar, do que sobre algo que não foi dito”, afirma.</p></blockquote>
<p>A experiência acumulada nas batalhas de poesia e nos palcos também permanece como fundamento do projeto. Segundo Filosofino, a poesia falada continua presente, enquanto o disco passeia por diferentes vertentes do hip-hop, do boom bap à drill, sem abandonar a dimensão de mobilização social historicamente associada ao RAP.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o artista identifica em seu novo momento uma tentativa de olhar para a vida por uma perspectiva menos marcada exclusivamente pela dor. “Tenho aprendido a não cantar só minhas lágrimas”, resume. A frase sintetiza uma das mudanças importantes apresentadas pelo álbum: a possibilidade de falar sobre a existência negra não apenas a partir da sobrevivência, mas também do sonho, do amor, da alegria, da construção e da imaginação de um futuro diferente.</p>
<h3>Um quilombo sonoro</h3>
<p>O próprio título do álbum sintetiza esse desejo. Quilombo Groove combina a ideia histórica e simbólica do quilombo com a dimensão musical do groove. O resultado é uma obra que procura compreender a música como espaço de encontro, circulação de saberes e fortalecimento coletivo.</p>
<p>Filosofino recorre ainda à figura dos Griots, tradicionais guardiões e transmissores da memória pela oralidade, para explicar sua relação com a palavra. Sua produção parte da experiência individual, mas busca alcançar algo maior: comunicar histórias, ideias e aprendizados capazes de estabelecer uma conexão com quem escuta.</p>
<blockquote><p>“Falo de vivência e ciência porque eu acredito que tudo que escrevo passa por esse meu ser no mundo”, explica.</p></blockquote>
<p>É nesse ponto que “Casa” ganha uma dimensão ainda maior dentro do projeto. A primeira música do álbum não fala apenas sobre encontrar abrigo. Ela pergunta onde esse abrigo está, quem pode construí-lo e como ele pode deixar de ser uma experiência exclusivamente individual para se tornar uma possibilidade coletiva.</p>
<p>O single chega, portanto, como o primeiro movimento de um disco que pretende transformar vulnerabilidade em força, afeto em território e encontro em possibilidade de existência. Em Quilombo Groove, Filosofino não abandona a crítica social característica de sua trajetória, mas abre espaço para cantar também aquilo que deseja preservar: os vínculos, os sonhos, a autoestima, a cultura e a capacidade de pessoas negras construírem juntas seus próprios lugares de pertencimento.</p>
<h4>ENTREVISTA | FILOSOFINO AO PAPO POP</h4>
<h4>Papo Pop: “Quilombo Groove” nasce do encontro entre RAP, ragga, soul, jazz e a oralidade afro-nordestina. Como esse álbum representa a maturação da sua identidade artística e o que você queria dizer musicalmente que ainda não havia conseguido dizer nos trabalhos anteriores?</h4>
<p>Filosofino: Acima de tudo eu acredito que cada trabalho traz um recorte de um momento e de um sujeito no mundo. Acredito que a criação musical é um encontro. É até possível fazer um Groove sozinho, mas quando a gente encontra com o outro, em sua individualidade e em conexão, nasce algo único. E Quilombo Groove é um retrato do encontro do meu rap com a produção musical de Zebb e as diversas manifestações musicais de outros amigos próximos e artistas que admiro. Acho que a maturação é tanto musical quanto pessoal. Acho que é sempre sobre ter algo a mais a dizer e cantar, do que sobre algo que não foi dito.</p>
<h4>Papo Pop: O primeiro single, “Casa”, fala sobre pertencimento, acolhimento e sobre aprender a ser casa para si antes de transformar outra pessoa em lugar seguro. Como essa ideia de “Casa” abre as portas para o universo que você constrói ao longo de “Quilombo Groove”?</h4>
<p>Filosofino: O conceito de “Casa” pra mim nasce da compreensão de casa enquanto local de nutrição e também uma extensão do próprio corpo. Casa é o universo do indivíduo, é onde a gente se preserva e se constrói. É uma música que traz uma postura frente ao amor extremamente racional e defensiva. É o que acontece quando aquele lugar que era pra ser abrigo se torna lugar de sofrimento. Nós nos fechamos. Fazer dessa casa um conjunto que se torne um quilombo, exige confiança, baixar armas e construir junto. É o que tento trazer na construção das letras desse disco. Algo que vai de dentro pra fora. Do intelecto pra ação. Do individual para o coletivo.</p>
<h4>Papo Pop: O álbum propõe um movimento de autovalorização dos corpos negros atravessados pelo amor e, ao mesmo tempo, fala de aquilombamento. Para você, como o amor, o afeto e a conexão entre pessoas negras podem ser entendidos também como ferramentas de resistência dentro do “Quilombo Groove”?</h4>
<p>Filosofino: Existe uma ideia de um amor próprio de sobrevivência que acaba virando uma coisa que também marginaliza a gente, sabe? Antes de receber ou dar amor a alguém, as pessoas dizem que precisamos nos amar primeiro. Mas como é que a gente aprende a amar se tudo que a gente vive é tensão e insegurança? Toda relação de afeto estabelecida passa a ser referência de local de segurança. Se qualquer amor já é um pouquinho de saúde, encontrar em alguém lugar seguro com quem se possa sonhar e construir, me parece uma boa estratégia de resistência.</p>
<h4>Papo Pop: Você carrega na trajetória as batalhas de poesia, os palcos e os SoundSystems, além de mais de 20 faixas lançadas. O que dessas experiências está presente em “Quilombo Groove” e o que o álbum revela sobre o Filosofino que talvez ainda não tivesse aparecido nos trabalhos anteriores?</h4>
<p>Filosofino: Com certeza a poesia falada tá presente desde sempre. Nesse trabalho a gente tem de boom bap a drill, mas sem esquecer que o hip-hop é um lugar de mobilização social. É importante nunca largar o rap de mensagem. Tem também uma ótica que procura ser mais otimista pra vida. Tentar se render mais às artesanias da vida, sonhar mais, pensar um futuro melhor pra si e para os meus semelhantes. Tenho aprendido a não cantar só minhas lágrimas.</p>
<h4>Papo Pop: Você define sua arte como uma forma de cantar sua “vivência e sua ciência”. Ao chegar a um álbum chamado “Quilombo Groove”, que reúne identidade negra, ancestralidade, cultura popular, groove e experiência pessoal, o que você espera que o público leve consigo depois de atravessar esse quilombo sonoro?</h4>
<p>Filosofino: Falo de vivência e ciência porque eu acredito que tudo que escrevo passa por esse meu ser no mundo. E que, como os antigos Griots, todo poeta de tradição oral comunica seus ideais, histórias, lições de vida. Eu espero que o público que me ouve caminhe um pouco ao meu lado, ouça o que tenho a dizer, e sinta também como eu sinto. A música é essa conexão. É isso que faz com que valha a pena.</p>
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		<title>Santanna, Flávio José e Targino Gondim levam “Três Nordestinos” ao Teatro Pedra do Reino, dia 01 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Papo Pop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 22:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plantão Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João Pessoa recebe, no dia 01 de outubro, um encontro especial de três nomes fundamentais do forró tradicional. Flávio José, Targino Gondim e Santanna “O Cantador” sobem ao palco do Teatro Pedra do Reino para apresentar “Três Nordestinos – Um por Todos e Todos pelo Forró”, espetáculo que celebra a força, a memória e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">João Pessoa recebe, no dia 01 de outubro, um encontro especial de três nomes fundamentais do forró tradicional. Flávio José, Targino Gondim e Santanna “O Cantador” sobem ao palco do Teatro Pedra do Reino para apresentar “Três Nordestinos – Um por Todos e Todos pelo Forró”, espetáculo que celebra a força, a memória e a permanência da música nordestina. Os ingressos estão à venda na Loja Furtacor, no Mag Shopping, e também pela internet.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O encontro nasceu a partir do álbum audiovisual de mesmo nome, gravado às margens do Rio São Francisco. A proposta reúne três artistas com trajetórias consolidadas e conduz o público por um repertório que atravessa diferentes gerações, resgatando clássicos do forró e canções que se tornaram parte da história dos próprios intérpretes.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Entre os destaques do repertório estão “Riacho do Navio”, “Respeita Januário”, “Vida de Viajante”, “Eu Só Quero um Xodó” e “Esperando na Janela”. As canções evocam a obra de compositores essenciais para a construção da identidade musical nordestina, como Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Dominguinhos e Anastácia.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mais do que uma reunião de grandes intérpretes, “Três Nordestinos” se apresenta como um encontro de memórias, sotaques e diferentes caminhos percorridos pelo forró ao longo do tempo. O espetáculo reafirma a importância da tradição sem deixar de reconhecer as transformações pelas quais a música nordestina passou e sua capacidade de continuar dialogando com novas gerações.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Para Targino Gondim, o projeto nasce em um momento importante para reafirmar a presença da tradição na música brasileira e valorizar artistas que contribuíram para a construção da identidade do forró. A parceria com Flávio José e Santanna também evidencia a afinidade artística entre três nomes que carregam diferentes experiências, mas compartilham o compromisso com a cultura nordestina.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Embora tenha raízes profundas no forró tradicional, o espetáculo busca alcançar diferentes públicos por meio de um repertório afetivo e reconhecido pelo público. Flávio José e Santanna “O Cantador” chegam ao encontro com carreiras marcadas pela valorização do gênero e pela defesa de suas múltiplas expressões, reforçando a dimensão cultural de uma música que permanece viva no imaginário brasileiro.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A apresentação integra a programação da Boa Música Paraíba, projeto criado em 2025 com o propósito de levar aos palcos paraibanos shows, musicais e espetáculos, promovendo encontros entre grandes artistas e o público e contribuindo para o fortalecimento da cena cultural do estado.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A programação segue após “Três Nordestinos” com Chico Chico, no dia 16 de outubro, no Teatro de Arena do Espaço Cultural. Em 08 de novembro, Nando Reis se apresenta no Teatro Pedra do Reino. Já em 05 de março de 2027, os Gilsons chegam a João Pessoa com a turnê “Eu Vejo Luz”, também no Teatro Pedra do Reino.</span></p>
<h4 class="p1"><span class="s2">Programe-se</span></h4>
<p class="p1"><span class="s2">Três Nordestinos – Flávio José, Targino Gondim e Santanna “O Cantador”</span></p>
<p class="p1"><span class="s2">Data:</span><span class="s1"> 01 de outubro, quinta-feira</span></p>
<p class="p1"><span class="s2">Horário:</span><span class="s1"> 20h</span></p>
<p class="p1"><span class="s2">Local:</span><span class="s1"> Teatro Pedra do Reino, Rod. PB-008, Km 5, s/n, Polo Turístico Cabo Branco</span></p>
<p class="p1"><span class="s2">Ingressos:</span><span class="s1"> a partir de R$ 80,00 (meia-entrada), à venda na Loja Furtacor, no Mag Shopping, e online pelo link oficial do evento</span></p>
<p class="p1"><span class="s2">Informações:</span><span class="s1"> <a href="tel:(83)%2098888-4845">(83) 98888-4845</a></span></p>
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